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Fazer e pensar o fotojornalismo

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As redações integradas estão funcionando realmente?


 

Juan Antonio Giner apresenta em seu blog  WHAT’S NEXT: INNOVATIONS IN NEWSPAPERS  as idéias mais importantes discutidas no  Congresso da WAN (World Association of Newspapers) que ocorreu esta semana na Suíça:

  1. Redações integradas? Não há outra opção.
  2. A redação integrada de WSJ se converteu em uma nova fábrica ao serviço de clientes internos e externos.
  3. Quando preguntamos sobre a capacidade multimídia das redações, mais de 50% dos entrevistados dizem que suas redações já estão integradas.
  4. Os jornalistas digitais recebem menos do que seus colegas do jornalismo impresso.

Assistam o video da sessão “Are integrated newsrooms really working?”

The New York Times anuncia desenvolvimento de API – Interface de Programação de Aplicativos. Mas o que será isso?



A notícia circulou primeiro no fishbowlNY, através de uma declaração de Marc Frons, o chefão da tecnologia digital do The New York Times, que declarou que o jornal está planejando lançar uma API, que permitirá que o jornal se torne programável. Agora o assunto está rapidamente se difundindo pela blogosfera.

Ficou complicado? Bem, então comecemos por ver – na Wikipedia – o que é um API:

API, de Application Programming Interface (ou Interface de Programação de Aplicativos) é um conjunto de rotinas e padrões estabelecidos por um software para utilização de suas funcionalidades por programas aplicativos.
Por exemplo, um sistema operacional (como o Linux) possui uma grande quantidade de funções na API, que permitem ao programador criar janelas, acessar arquivos, criptografar dados, etc. Ou então programas de desenho geométrico que possuem uma API específica para criar automaticamente entidades de acordo com padrões definidos pelo usuário.
Mais recentemente o uso de APIs tem se generalizado nos chamados plugins, acessórios que complementam a funcionalidade de um programa. Os autores do programa principal fornecem uma API específica para que outros autores criem plugins, estendendo as funcionalidades do programa para os usuários comuns.”

Começou a dar para entender? Pois é, o que The New York Times está planejando é simplesmente – através de uma API – colocar à disposição de programadores as bibliotecas de dados estruturados do jornal, para que plugins e mashups (como por exemplo superposição de informações de uma determinada base de dados em mapas do Google) possam ser criados para a difusão de informações produzidas pelo jornal e armazenadas em seus bancos de dados.
Aron Pilhofer, editor de notícias interativas do NYT, confirmou:”A idéia é realmente abrir o código. O quanto de abertura ainda não sabemos”.
Em algumas semanas o API deverá estar pronto e começará a ser usado, inicialmente por programadores do próprio jornal, que criarão aplicativos como guias de restaurantes, listas de livros e eventos da semana. A idéia é, gradualmente, ir oferecendo acesso para que programadores externos criem seus aplicativos no API do jornal.
Uma nova concepção em termos de produção e difusão de informação jornalística está sendo posta em prática?
Com Gjol.

E o ano finalmente começou!


Caros,

Passado o Carnaval  é hora de começarmos as atividades diárias. Assim, já estamos deixando um farto material para acesso pelos alunos. Para as aulas teórica, é bom dar uma olhada cotidiana na seção “aulas”. No caso das atividades práticas é só procurar na seção “atividades 2008(1)”. Se forem lá olhar, já tem material. Não se esqueçam: para a semana que vem tem o fichamento do capítulo 1 do livro do Steven Johnson. O texto está no xerox.

Mitos e verdades sobre o uso da internet pela “geração google”


Um relatório patrocinado pela British Library e intitulado “Information behaviour of the researcher of the future” (Comportamento informacional do pesquisador do futuro), investiga os hábitos de pesquisa na Internet da chamada Geração Google (GG), ou seja os nascidos desde 1993.

De modo geral, o relatório desmitifica a idéia de que os usuários jovens são “grandes buscadores na Web” e acaba por concluir que eles “tendem a usar aplicações muito mais simples e menos numerosas do que muitos imaginam”.
Baseado nas análises de sessões de uso de Internet (logs) de um grupo de estudantes pertencentes à GG, o estudo pretendeu superar os estereótipos e buscas compreender qual a relação dessa nova geração com a informação existente na Internet.
É verdade que os jovens preferem sistemas interativos a sistemas passivos e que eles são, de uma forma geral, competentes com relação às tecnologias que usam, mas não é verdade que sejam “pesquisadores experts”, uma idéia classificada pelo estudo como “mito perigoso”. Saber como usar bem o Facebook, por exemplo, não faz de alguém um buscador exímio.
Outro mito comum é que com a chegada da Internet o respeito pela autoridade estaria morto (com a Wikipedia geralmente citada como exemplo), não havendo mais “peritos” na Internet e tudo se transformado numa questão de “peer to peer“. O relatório diz que isso também é um “mito” e assinala que “professores, parentes e livros-textos são consistentemente avaliados como ‘ superiores’ à Internet”.
Outro chavão corriqueiro: “estudantes hoje em dia são impacientes, incapazes de esperar, demandando grarificação instantânea, com qualquer esforço ou espera simplesmente levando-os a desistir e navegar para outro site”. Falso também, revela o relatório, informando que não há evidência para esse tipo de afirmativa.
Enfim, parece que se fala demais e pesquisa-se de menos, quando o assunto é o comportamento dos jovens na Web.
O estudo é um bom ponto de partida para a construção de julgamentos menos baseados em preconceitos e impressões superficiais.
O estudo está disponível em pdf. Via Ars Technica e Gjol

Revelada história por trás da fotografia mais emblemática do Vietnã


 

publicado originalmente em:  http://www.fotojornalismos.blogspot.com/
A foto, tirada no 1º de Fevereiro de 1968 por Eddie Adams a serviço de uma grande agência de notícias, permanece até hoje como uma das imagens mais emblemáticas dos horrores provocados pela Guerra do Vietnã (1959-1975).
O fotógrafo captou a imagem após o massacre de 34 pessoas por vietcongues, naquela que ficou conhecida como a ‘Ofensiva Tet’. 
As vítimas eram agentes da polícia nacional e familiares e o general, que conseguiu deter um dos culpados pela matança, levou o prisioneiro diante de um grupo de jornalistas, que esperavam uma conferência de imprensa sobre a captura.
Porém, ao invés de um curto discurso, acabaram por assistir à execução sumária do vietcongue.
A fotografia venceu o Prêmio Pulitzer em 1969, tornando-se o símbolo mais famoso da brutalidade da guerra.
Ajudou ainda diversos movimentos anti-guerra e, diz-se, teria ajudado o então presidente Lyndon Johnson a não tentar outro mandato.
Um aspecto pouco conhecido do caso é que o fotógrafo Adams sempre demonstrou um profundo sentimento de culpa pelo mal causado pela imagem do general Loan.
«O general matou um vietcongue com a pistola. Eu matei o general com a minha câmara fotográfica.
As fotos são a arma mais forte do mundo, mas podem mentir», observou o fotógrafo posteriormente.
Adams, após a difusão mundial da foto, recebeu da sua agência a função de continuar acompanhando o general.
Uma experiência que levou o fotógrafo a mudar sua opinião sobre Loan.
«Ele combatia a nossa guerra, pelo seu povo. Tinha ajudado a construir um hospital em Saigon, tinha apenas assistido ao massacre de vários dos seus colegas», observou diversas vezes Adams, que pediu, durante os anos sucessivos, diversas vezes perdão ao general e à família pelos danos causados.
Após a queda de Saigon, o general imigrou para os Estados Unidos onde tentou abrir um restaurante no estado da Virginia.
Mas, quando o seu nome foi ligado à fotografia, grupos de manifestantes começaram a protestar em frente ao restaurante, obrigando Loan a fechar o local.
Quando o general morreu em 1998, de cancro, o fotógrafo Adams enviou flores aos familiares e um bilhete – «Peço desculpas.
Os meus olhos estão cheios de lágrimas».
© Eddie Adams

World Press Photo premia melhores imagens de 2007


Tim Hetherington. 2007.
A organização do World Press Photo (WPP) anunciou hoje, em Amsterdã, o fotógrafo Tim Hetherington como o vencedor da categoria Foto do Ano, a principal da premiação que privilegia as melhores cenas do universo fotojornalístico.
O britânico  conquistou o prêmio com uma imagem ( feita para a revista Vanity Fair), que destaca o cansaço de um soldado americano dentro de uma trincheira no Afeganistão. Segundo o Juri, a fotografia é especial por mostrar “a exaustão de um homem e a exaustão de uma nação”. Para Gary Knight, celebrado fotógrafo e presidente do júri, “é uma foto de um homem no fim da linha”.

O WPP premiou ainda 59 fotógrafos provenientes de 23 nacionalidades. A Getty Images ficou com cinco prêmios, incluindo um por conta da foto que exibe a morte de Benazir Bhutto, líder oposicionista paquistanesa, recentemente assassinada.

Veja aqui uma Galeria com outras fotos premiadas.

Fontes: Fotosite e agências internacionais.

Augusto Malta – primeiro repórter da vida urbana do Rio de Janeiro


   

Não se pode pensar em fotografias do “Rio Antigo” sem lembrar de Augusto Malta. A quantidade de imagens e o período fotografado são tão grandes que nos dão a impressão de que Augusto Malta poderia ter vivido uns duzentos anos.

Augusto César Malta de Campos nasceu em 14 de maio de 1864 em Mata Grande (*), Alagoas, e com 24 anos veio para o Rio de Janeiro, onde tentou várias profissões, todas sem sucesso. Só em 1900, já com 36 anos de idade, tornou-se fotógrafo amador, tendo sido apresentado ao Prefeito Pereira Passos que o convidou para ser o fotógrafo oficial da Prefeitura Municipal.

Malta documentou todas as atividades da prefeitura: inaugurações, posses, obras públicas, e mesmo cenas do dia-a-dia, tendo acumulado mais de 80 mil chapas fotográficas em mais ou menos 50 anos de profissão. Nenhum recanto do Rio antigo escapou de suas lentes: os quarteirões condenados, escolas, hospitais, prédios históricos, figuras importantes etc, tudo ficou registrado em seus negativos.

                      

Malta, Augusto. Convento dos Capuchinhos. Morro do Castelo. Rio de Janeiro. RIO DE JANEIRO / Brasil. 1921/03/01.

Coleção – GILBERTO FERREZ

 

Malta, Augusto. E. da Cantareira. Praça XV de Novembro. Rio de Janeiro. RIO DE JANEIRO / Brasil. 1920.
Coleção – Gilberto Ferrez

Centros brasileiros de estudos em ciberjornalismo


O Brasil tem hoje sete pólos para o estudo dos cibermeios e do jornalismo digital, segundo o professor Marcos Palacios. São eles:

ECA, da Universidade de São Paulo (USP)

Universidade de Brasília (UnB)

Universidade Federal da Bahia (UFBA)

Universidade Tuiuti do Paraná

Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Das 62 teses e dissertações apresentadas no Brasil entre 1998 e 2007, 31 vieram desses centros, segundo Palacios.

Seleção de blogs de webdesign


O site More Coffe Please listou uma série de blogs sobre webdesign. Vale à pena conferir.

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